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Impostos e Taxas do Tesouro Direto

Entenda quais os impostos e taxas do tesouro direto e como isso reflete em você

Você trabalha firme para ganhar o seu dinheiro, economiza e escolhe um título do Tesouro Direto que paga 4% acima da inflação por ano. Parece bom, não é?

Pois se você não escolher bem seu prazo de resgate, assim como uma corretora adequada, pode acabar gastando em taxas, impostos e TEDs quase todo o seu rendimento!

Por isso, neste post, você vai aprender:

  • Quais as taxas e impostos obrigatórios para o Tesouro Direto
  • Taxas que você pode evitar ao aplicar no Tesouro Direto
  • O que muda se você resgata antes do prazo
  • Não esqueça dos TEDs!
  • Dicas para ter as melhores taxas com o Tesouro Direto

Está pronto para gastar o mínimo possível em impostos e taxas com seu investimento? Vamos lá!

Podemos lhe ensinar como Fazer seu Dinheiro Render Mais?

Quais as taxas e impostos obrigatórios para o Tesouro Direto

Imposto de Renda. É o mais importante imposto pago pelo investidor. Varia de 22,5% a 15% do rendimento, de acordo com o tempo que o dinheiro fica investido, da seguinte maneira:

  • Até 180 dias = 22,5%;
  • De 181 a 360 dias = 20,0%;
  • De 361 a 720 dias = 17,5%;
  • E acima de 720 dias = 15,0%.

Taxa de custódia BM&F Bovespa. Essa taxa é cobrada pela guarda, proteção e movimentação dos papéis, já que a BM&FBovespa, ou B3, é onde acontecem as negociações do Tesouro Direto. Tem valor de 0,25% ao ano e é provisionada todos os dias, com sua cobrança efetiva em janeiro e julho.

Taxas que você pode evitar ao aplicar no Tesouro Direto Taxa de administração.

Também conhecida como taxa do agente de custódia (não confundir com a taxa de custódia), é um percentual que a corretora cobra sobre o valor do título comprado.

No primeiro ano, é cobrada no dia da compra do título; nos outros, em duas cobranças semestrais. Varia de 0% a 2%, de acordo com a corretora. Portanto, você pode escolher uma que não cobre essa taxa.

No site do Tesouro Direto, você pode verificar a taxa administrativa de cada corretora. Repare que a DAYCOVAL é a única que cobra a taxa máxima, de 2%. 

O que muda se você resgata antes do prazo

O Tesouro Direto, como qualquer aplicação, possui um “prazo de maturação”, que é o tempo necessário para que o seu investimento atinja o melhor rendimento possível. Porém, como já vimos num texto anterior, o tesouro tem liquidez diária, ou seja, você pode vender seu título qualquer dia antes do vencimento.

Para você saber mais, nós fizemos um post explicando direitinho como isso acontece!

Mas o importante aqui é o que muda em termos de taxas e impostos, caso você resgate antes o seu investimento. Vamos lá! Imposto de Renda: neste caso, o que conta é o prazo de resgate. Se você tiver um título programado para 3 anos, mas precisar resgatá-lo com 1 ano, ao invés de pagar um IR de 15%, vai pagar 17,5%. Mas lembre que o IR incide somente sobre o rendimento.

Taxa de Administração

No primeiro ano, você paga a taxa integral. Já, a partir do segundo, ela é proporcional aos dias aplicados. Assim, se você resgatar seus títulos com menos de um ano, estará pagando um percentual de taxa maior do que o planejado.

IOF:O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) só é pago para quem investe por menos de 30 dias. Por isso, ele não está acima na listinha de impostos obrigatórios, porque a princípio todos os títulos do Tesouro Direto são com prazos maiores.

Porém, se você tiver de resgatar seu título com menos de um mês, pode pagar IOF de até quase a totalidade do seu rendimento. Assim, se você resgata com um dia de investimento, paga 97%; com dois, paga 94%, baixando 3% a cada dia, até ser de 0% no 30º dia.

Lembrando que o imposto é sobre o rendimento e não sobre o valor aplicado.

Não muda

Taxa de custódia BM&FBovespa. Essa taxa é proporcional ao tempo aplicado, por isso, tanto faz se você resgata no vencimento ou antecipado, o percentual é o mesmo.

Não esqueça dos TEDs! Se você faz uma aplicação de R$ 10.000, o valor de um TED (Transferência Eletrônica Disponível) de R$ 10,00 significa 0,1% do valor. Já é uma porcentagem significativa, mas não é um escândalo.

Mas, e se você faz um aporte mensal de R$ 250? Bom, neste caso, R$ 10 equivalem a 4% do valor. Ou seja, se você está falando aplicando num título que pague a inflação mais 4%, lá seu foi todo o seu rendimento. Por isso, as dicas para fugir do TED são:

Negocie com seu gerente pelo menos um TED grátis por mês. Se for fazer muitos TEDs, escolha uma conta digital que não cobre por TEDs.

Caso tenha mesmo de pagar pelos TEDs, acumule um pouco na poupança antes de fazer o investimento. Assim, essa taxa vai pesar menos no seu investimento.

Outras informações úteis sobre taxas e impostos com o Tesouro Direto

Se for para reaplicar, fuja dos títulos com juros semestrais, que pagam IR sobre o rendimento a cada semestre. A Taxa de Negociação, que era cobrada para o Tesouro Direto, foi extinta em 2012.

Abrir uma conta digital pode ser uma boa ideia. Além de isentar você dos TEDs, pode isentá-lo de outras taxas, como a de manutenção, por exemplo!

Então? Sabe agora como diminuir o peso das taxas e impostos no seu investimento? Temos certeza que sim! No próximo post, vamos te ajudar a construir o seu plano de investimentos em renda fixa.

Você vai aprender a investir em vários sonhos de uma vez fazendo que o seu dinheiro trabalhe para você da melhor maneira possível! Aguarde!

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